Palavras soltas, pedaços saindo por solavancos, pessoas separadas. Puxões, sustos parados, solenes, pontos, sinais...
Paixões solitárias: pelo sim, por sinceridade, ponha sempre ponto se parar sem propósito, para saber, poder saber...
Sonhos paralisados, sagacidade, pabulagem...
Sente??? Paciência!
Sons petrificadores, sacudidos, patuscadas, sua porta semi-podre, sem pedaços soltos.
Peço somente para se puder, sair pelo sol para ser percebido pelo sentir partido, sonífero...
Poltronas sentadas pairam sabáticas, perdidas; sentindo por sua presença, saudade.
Pacata, sinto. Para sempre.
segunda-feira, 31 de março de 2008
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4 comentários:
só pra avisar que, mesmo não comentando, sempre passo por aqui, ta?
beijos
Debb
Porvir sensacional.
Saiam da frente que tem alma solta correndo por ai ('e pacata, mas 'e solta).
que sinta sempre!
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